Portal Rio Madeira — A falta de combustível que tem deixado ônibus escolares parados no distrito de União Bandeirantes virou pauta prioritária na agenda do vereador Adalto de Bandeirantes. Nesta semana, o parlamentar recebeu o secretário municipal de Educação de Porto Velho, Giordani, nas dependências da Câmara Municipal, em um encontro voltado a destravar a situação e devolver normalidade ao deslocamento dos estudantes da região.
O problema, segundo Adalto, é grave e urgente. A paralisação dos veículos que atendem o distrito vem comprometendo o transporte de crianças e adolescentes até as escolas, com reflexos diretos no calendário letivo e crescente apreensão entre pais e responsáveis. Na zona rural, onde muitos alunos dependem exclusivamente do ônibus para chegar às unidades de ensino, cada dia de interrupção representa um dia de aula perdido.
Durante a conversa, o vereador foi direto ao cobrar uma resposta rápida do Executivo Municipal. Para ele, não se trata de uma questão burocrática qualquer, mas da garantia de um direito fundamental. “O que não podemos aceitar é que nossos alunos fiquem sem aula porque os ônibus estão parados por falta de combustível. É preciso que a Prefeitura tome as providências necessárias para assegurar a continuidade desse serviço tão importante para a população de União Bandeirantes”, afirmou.
Do outro lado da mesa, o secretário Giordani ouviu as demandas e assumiu o compromisso de articular, junto aos setores responsáveis, uma saída para regularizar o abastecimento da frota e evitar novas interrupções nas rotas. A promessa, porém, será acompanhada de perto.
Adalto deixou claro que não pretende soltar o tema. O parlamentar garantiu que seguirá monitorando o cumprimento das medidas e pressionando por providências efetivas, com foco em assegurar segurança, dignidade e o direito à educação aos estudantes do distrito.
A atuação reforça a postura que o vereador vem mantendo na Casa de Leis: vigilância constante sobre a qualidade dos serviços públicos prestados em União Bandeirantes, sobretudo em áreas sensíveis como educação e transporte — frentes que, na sua avaliação, não admitem espera.


