O Ministério Público do Estado de Rondônia realizou, no último dia 2 de fevereiro de 2026, uma reunião com síndicos dos residenciais Porto Madero I, II, III, IV e V para tratar dos graves problemas de abastecimento de água, esgoto e fornecimento de energia elétrica que vêm afetando centenas de famílias em Porto Velho.
O encontro contou com a participação do vereador Dr. Santana, que acompanha o caso desde as primeiras reclamações feitas pelos moradores e tem atuado como interlocutor junto aos órgãos públicos.
Problemas antigos e serviços precários
Durante a reunião, os síndicos relataram que os residenciais Porto Madero I, II e IV estão habitados há cerca de dez anos e enfrentam falhas constantes nos sistemas de água e esgoto, além de interrupções frequentes no fornecimento de energia.
Segundo os moradores, a ausência de ligações definitivas por parte da concessionária compromete o funcionamento das bombas de água, deixando famílias inteiras sem acesso a serviços básicos.
Entrega dos novos residenciais preocupa moradores
Outro ponto debatido foi a situação dos residenciais Porto Madero II e Porto Madero V, que ainda aguardam a entrega das chaves. A demora tem gerado insegurança quanto à conclusão das obras e aumentado o risco de invasões das unidades desocupadas.
Reunião com concessionárias será realizada
Diante da gravidade do cenário, o Ministério Público deliberou pelo agendamento de uma nova reunião presencial para o dia 5 de fevereiro de 2026, com a presença da Caixa Econômica Federal, da Energisa e da Caerd.
O objetivo é cobrar esclarecimentos, definir responsabilidades e buscar soluções definitivas para os moradores dos empreendimentos.
Dr. Santana cobra respeito às famílias
O vereador Dr. Santana afirmou que a situação viola direitos básicos da população e garantiu que seguirá acompanhando o caso de perto:
“Estamos falando de dignidade. Água e energia não são privilégios, são necessidades essenciais. Nosso papel é fiscalizar, cobrar e garantir que essas famílias sejam respeitadas.”
Acompanhamento contínuo
O Ministério Público reforçou que continuará monitorando o caso até que medidas concretas sejam adotadas para regularizar os serviços e assegurar condições dignas de moradia nos residenciais Porto Madero.


