PORTAL RIO MADEIRA – A Polícia Federal revelou nesta quarta-feira (7) que um funcionário da Caixa Econômica Federal é suspeito de repassar informações privilegiadas a criminosos que tentaram invadir uma agência em Buritis (RO), em janeiro de 2025. Segundo a PF, o servidor forneceu detalhes da rotina da unidade, valores depositados no cofre e até alugou uma casa para abrigar o grupo durante a preparação do crime.
Como ocorreu a tentativa de invasão
Durante a ação criminosa, três homens foram identificados e presos em flagrante nas imediações da agência. Eles tinham conhecimento prévio do funcionamento interno da unidade, o que, de acordo com a PF, só foi possível graças às informações repassadas pelo funcionário investigado.
Apesar das orientações internas recebidas, os criminosos não conseguiram acessar o compartimento onde o dinheiro estava armazenado. Na fuga, levaram duas armas de fogo e 22 munições pertencentes à empresa de segurança privada responsável pelo local.
Servidor indicou localização de armamento
As investigações apontam que o próprio funcionário da Caixa teria informado ao grupo onde estavam as armas utilizadas pelos vigilantes da agência, facilitando o furto do material e a fuga após a tentativa frustrada de abrir o cofre.
Operação desta quarta-feira
A PF deflagrou uma operação para o cumprimento de mandados de busca e apreensão em Porto Velho e Buritis, avançando nas apurações sobre a participação de outros possíveis envolvidos e na análise de documentos, dispositivos e comprovantes ligados ao caso.
Caixa aguarda posicionamento
O Portal Rio Madeira questionou a Caixa Econômica Federal sobre o caso. Até a última atualização, a instituição ainda não havia enviado resposta.
O crime segue sob investigação, e novos desdobramentos poderão ocorrer após análise dos materiais apreendidos.
Foto/Reprodução: imagens da internet
Fonte: Portal Rio Madeira / g1


